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Portugal · pt-PT

Controle os custos e as margens do seu negócio de restauração

Da ficha técnica ao resultado de gestão: acompanhe compras, stock e operação num só lugar. Os valores do exercício são ilustrativos; a subscrição mantém-se em EUR + IVA.

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Pastelaria: custo por dose com rendimento e quebras visíveis

Uma fornada não termina no custo da massa. A ficha técnica precisa de ligar o peso útil às doses vendáveis, às quebras e ao preço líquido. Este exemplo de pastelaria separa o custo teórico do lote do consumo apurado por inventário.

Esta página está em português europeu. A aplicação está disponível em português do Brasil, espanhol e inglês; não se anuncia interface pt-PT. Subscrição e serviços cobrados em EUR + IVA.

Ajuste o exemplo da sua pastelaria

Valores inventados para aprendizagem; não são cotações de mercado.

Custo teórico do lote
34,67 €
Custo por dose vendável
0,58 €
Food cost teórico sobre vendas
32,1 %
Consumo do período
80,00 €
Consumo sobre vendas líquidas do período
26,67 %
Vendas líquidas do lote
108,00 €

O que verificar antes de decidir

Se a dose ficar mais cara, verifique primeiro o peso, o rendimento e as quebras. Se o consumo do período divergir da ficha técnica, reconcilie inventário e movimentos antes de alterar a ementa. Use o resultado de gestão para decidir; não substitui a contabilidade.

Ficheiro TXT com dados, fórmulas e resultados do exemplo inicial, para copiar e adaptar.

Descarregue a ficha de custo por dose · EUR · sem registo

Segurança alimentar: âmbito e limites

O enquadramento europeu de higiene alimentar prevê procedimentos baseados nos princípios HACCP. A informação sobre alergénios exige dados corretos e comunicação adequada à atividade. Confirme o enquadramento nacional e os procedimentos do estabelecimento com o responsável competente.

Fonte: DGAV · HACCP e artigo 5.º do Regulamento (CE) n.º 852/2004

Portugal utiliza nesta fase o âmbito internacional Codex e os critérios do operador na Miselup. Não se anuncia catálogo legal português validado, aprovação ASAE, certificação de faturação, SAF-T ou integração e-Fatura. O plano deve ser revisto para a atividade e a autoridade competente.

Perguntas frequentes em Portugal

Como calcular o custo por dose?

Some os custos dos ingredientes ajustados aos rendimentos e dos consumíveis do lote. Divida esse total pelas doses vendáveis. No exemplo inicial, 6 000 g úteis em 60 doses correspondem a 100 g por dose; confirme o peso real e as quebras na produção.

Quebras e desperdício são a mesma coisa?

Nem sempre. O rendimento pode refletir a transformação necessária de um ingrediente; as quebras e o desperdício também podem ocorrer na produção, conservação ou venda. Registe as causas separadamente e evite contar a mesma perda duas vezes.

O software emite SAF-T ou comunica à e-Fatura?

Não. Esta fase não oferece emissão SAF-T, integração e-Fatura ou certificação de faturação. A Miselup apoia a gestão; não substitui o software fiscal nem a contabilidade.

O plano HACCP está aprovado pela ASAE?

Não. Portugal utiliza nesta fase Codex e critérios do operador, sem catálogo legal português validado nem aprovação ASAE. O responsável deve rever o plano para a atividade, o estabelecimento e a autoridade competente.

Da ficha técnica à gestão